Amazonas, enchente realidade do dia a dia.

                                          Aguardando ajuda e a espera da descida das águas.
                                          Momentos de alegrias e festas, a água toma conta.
                                          O fiel amigo guardando o pouco que sobrou.
                                           Povos ribeirinhos são populações tradicionais que residem nas proximidades dos rios e têm a pesca artesanal como principal atividade de subsistência.
                                          O cenário e de abandono e destruição com a subida do rio.
                                          Ruas sendo tomadas por água e substituidas por pontes.
                                          Familias tentam resistir a força da natureza.
                                          A fé resistindo.
                                          O que era um belo jardim, agora invade a residência.

O Encontro das Águas é um fenômeno que acontece na confluência entre o RIO NEGRO, de água negra, e o RIO SOLIMÕES, de água barrenta, onde as águas dos dois rios correm lado a lado sem se misturar por uma extensão de mais de 6 km. É uma das principais atrações turisticas da cidade de Manaus.
Esse fenômeno acontece em decorrência da diferença entre a temperatura e densidade das águas e, ainda, à velocidade de suas correntezas: o Rio Negro corre cerca de 2 km/h a uma temperatura de 28°C, enquanto que o Rio Solimões corre de 4 a 6 km/h a uma temperatura de 22°C.

                                          O peixe que era vendido no mercado, e oferecido nas canoas.
                                          A fé e a união do povo na luta contra a enchente.

Sobe para 39 o número de municípios que decretaram situação de emergência devido à cheia que atinge o Amazonas. São mais de 70 mil famílias afetadas. Nesta segunda-feira, 7, o rio Negro estava a 25 centímetros do registro histórico de 2009 quando atingiu 29,77 metros. A expectativa é de que o rio continue subindo até meados de junho.
De acordo com a Defesa Civil do Estado, as ações humanitárias se estenderão até que a situação nos municípios sejam normalizadas. Dos 39 em situação de emergência, 26 já receberam ajuda do governo e os demais receberão nos próximos dias.
Mais de 130 toneladas em kits de cesta básica, de higiene pessoal, limpeza, medicamentos e dormitório foram distribuídos. O aporte financeiro do Estado revertido as ações foi na ordem de R$ 850 mil, sendo R$ 100 mil para sete municípios da calha do Juruá e R$ 150 mil para Boca do Acre, no Purus.
A Defesa Civil do Estado tem trabalhado também na capital e está realizando a "Operação Enchente 2012 em Manaus", fazendo a limpeza de igarapés (trechos de rios que cortam a cidade), retirando de lixo de área alagadas, construindo passarelas e distribuindo cestas básicas e filtros de água. Estão sendo assistidas 11 localidades da capital.
A Prefeitura informou que está reforçando as ações junto aos moradores com o lançamento, hoje, do SOS Enchente, que contará com três mil servidores municipais de sete secretarias percorrendo becos, ruas e avenidas dos dez bairros atingidos pela cheia, além do centro.




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