"Os Passos de Anchieta" 100 quilômetros entre Anchieta e Vitória.

Foram muitas horas de treino, e uma preparação especial, pois seriam 100 km, muitos deles pela praia e na companha do sol, e mais o peso da mochila, pois foi preparada para quatro dias e três noites.



A coisa e bruta, Ameixa, passas, tucumã, pé de moleque, castanha, biju, goma de tapioca, e a farofa de carne seca com tucumã.



A caminhada anual, promovida pela ABAPA - Associação Brasileira dos Amigos dos Passos de Anchieta
Os Passos de Anchieta é o nome do roteiro que reconstitui a trilha habitualmente percorrida pelo Padre Anchieta nos seus deslocamentos da Vila de Rerigtiba, atual cidade de Anchieta, à Vila de Nossa Senhora da Vitória, onde cuidava do Colégio de São Tiago, em caminhadas quinzenais que ele empreendia nos últimos anos de sua vida.
Quando preferiu recolher-se à vila indígena nas costas do Espírito Santo que tanto lhe evocava a sua San Cristoban de Laguna, em Tenerife, nas Ilhas Canárias, onde nasceu.
A força da personalidade que seguramente foi um dos maiores nomes do Brasil no primeiro século deste país e o interesse em conhecer um de seus cenários prediletos tem atraído um público especial de várias partes do país, nos últimos anos. 


Seguramente a rota dos Passos de Anchieta é uma das primeiras das Américas e a primeira do Brasil. Em sua extensão original poderia ser considerada das maiores do mundo visto que se estenderia de São Paulo de Piratininga ao Recife, terreno percorrido pelos eméritos andarilhos que eram os soldados da Companhia de Jesus.
Mais que se inserir na história nacional até o século XVIII quando foram expulsos do Brasil pela Coroa Portuguesa que os tinha como desagregadores da colônia que Portugal entendia ter o direito à pilhagem. Eles fizeram a história do Brasil até essa época. Não haveria uma história do Brasil nos seus três primeiros séculos sem a presença desses arautos da contra-reforma que sacudia a Europa desde o século XVI.


A Credencial e os preparativos para o começo desta longa caminhada.





De toda essa extensão, o roteiro Os Passos de Anchieta resgata o trecho de 100 quilômetros compreendidos entre Anchieta e Vitória que José de Anchieta percorria regularmente duas vezes por mês, o denominado "caminho das 14 léguas", que o jesuíta vencia na companhia - freqüentemente na dianteira - dos guerreiros temiminós que o acompanhavam na missão de cuidar do Colégio de São Tiago, erguido num platô da Vila da Nossa Senhora de Vitória, hoje transformado no Palácio do Governo, na cidade de Vitória.



O roteiro Os Passos de Anchieta é cumprido em jornadas diárias médias de quatro a cinco horas pelas pessoas que tem o hábito de caminhar regularmente.
A experiência da caminhada combina encantos como o conhecimento de sítios históricos, com paisagens que se oferecem ao andarilho numa seqüência de belos quadros da natureza de uma região que é um marco geográfico da costa brasileira, onde as culturas do norte e do sul do país se encontram.
A galera de Manaus.




     Tapetes de CORPUS CHRISTI.
Ornamentação das ruas com imensos tapetes de flores, pedras, palha de café, arroz e diversos outros materiais.















Nesta caminhada a organização disponibiliza de pontos de apoio, porém fica o meu agradecimento as comunidades por onde passamos, elas preparam um verdadeiro banquete, servido com o maior carinho e amor.




Enquanto o primeiro dia se passa quase todo em área urbana, no segundo trecho as praias são praticamente desertas. Saindo da Barra do Jucu, os andarilhos passam pela praia de Ponta da Fruta, que possui uma grande lagoa de água doce, para logo depois entrar na área de restinga, protegida pelo Parque Estadual Paulo César Vinhas. As próximas praias são um convite à reflexão interior e contemplação da natureza.
Apesar desse trecho ser considerado um dos mais bonitos, ele é também o mais cansativo, pois praticamente todo o percurso é feito na areia. A segunda parada para pernoite é feita em Setiba. A região é conhecida como point para praticantes de surf e canoagem em onda. Pois a praia de Setibão além de ser quase deserta, possui ondas fortes e bem desenhadas. Daí o local, assim como a Barra, ser reduto de surfistas.








Foi uma Grande Aventura.

Meu agradecimento a COMETAIS, FLORIPAMAZONAS e RORAIMA DESTINY, amigos e parceiros destas aventuras,  a Deus,  minha família pela força e a todos meus amigos e seguidores do Coyote.

¨Só agradecer, nada o que pedir¨.

Trilha do Costão de Itacoatiara – Niterói – RJ



Barraca da D. Fátima a melhor de Copacabana, próximo ao Copacabana Palace, e só falar com o Léo.







Costão do Itacoatiara se tornou uma das trilhas mais buscadas pelos praticantes de aventura.


Uma trilha com uma  bela vista e um ótimo custo/benefício.

 Uma trilha  fácil e com um visual maravilhoso. 







Uiramutã “local de espera de aves”

Uiramutã  é conhecida não só como cidade indígena como também pelas cachoeiras que compõem sua beleza natural. O acesso é difícil, em grande parte por estrada de terra, mas o destino vale à pena:  um município simples, com ecoturismo e paisagens deslumbrantes.







Fundada em 1995, como desmembramento do município de Normandia, a extremo norte de Roraima.
 A cidade fica na tripla divisa entre Brasil, Guiana e Venezuela, e seu nome significa “local de espera de aves”


Marco dessa divisa é o Monte Caburaí, com 1.456 metros de altitude. 
Uiramutã é um pouco menor, mas ainda assim alta.  São 840 metros de altitude,.
Rodeada por serras, vales e montanhas onde se escondem as cachoeiras que atraem o turismo para a região.

Sete Quedas são os pontos mais populares. A primeira é uma cachoeira pequena, com um grande poço de água esverdeada ideal para banho, e pode ser acessada de carro (7 km pela estrada de terra). 






Já a segunda, mais radical, só pode ser acessada até certa parte da serra, de onde é necessário seguir por uma trilha que leva às quedas sequenciais que enchem uma piscina natural.










Morro do Cruzeiro, o visual lá de cima é espetacular.  


Dá para ver a cidade de Normandia ainda virgem de habitação, permeada e cercada por imensos lavrados, lagos ao longe e as serras do Planalto das Guianas que emolduram toda a região fronteiriça. 




O cruzeiro nada mais é do que uma imensa cruz de madeira que marca a religiosidade daqueles moradores simples e hospitaleiros de Normandia.





Foi uma grande aventura, muitos amigos, fica o meu agradecimento a  Caburaí Adventure, e a todos integrantes do seu grupo, atentos, prestativos e tentando sempre uma solução para pequenos desafios.