Uma longa trajetória.

Imagem
  Em 1977, comecei a treinar Judô, na Academia Tang Soo Do Center, com os professores Mike, Tetsuo e Tikara, localizada na rua Ramos Ferreira, hoje funciona o Fórum Trabalhista de Manaus, onde sou Servidor Público. O tempo foi passando , uma época onde brigas eram constantes, um dia em uma lanchonete conheci o Aly Almeida, que me fez um convite pra treinar no Olímpico Clube, apesar de não ser bem visto pela maioria dos alunos, aceitei. Lembro o primeiro dia de treino de uma lado COG-CENTRO OLÍMPICO DE GINASTICA, do outro lado a academia de JIU-JITSU, apesar de vim do Judô tudo era novidade, primeiro por ter que encarar algumas feras que ali treinavam, Alfredo Jacauna, Luiz Alberto, Bidida, Gula, Casio Façanha, Paulinho peixe, Nilberto, Galdino e tantos outros. O tempo foi passando , Fiz parte da primeira turma de (PARAQUEDISTAS DO OLÍMPICO CLUBE). O tempo foi passando , fui treinar na academia do professor Luiz Fonseca no Conjunto Débora, uma época difícil, porem a vontade de trein

Serra Grande/RR.


A desafiadora Trilha da Serra Grande em Roraima.


O município de Cantá, a 38 quilômetros da capital de Roraima, Boa Vista, abriga um local propício para quem busca desafios e aventuras em meio a uma floresta tropical: a Serra Grande. O visitante encontrará uma trilha íngreme, terá que caminhar e saltar sobre troncos, pedras, cruzar riachos e ter muita disposição para aguentar as cerca de quatro horas até os 923 metros do topo.

Para chegar até o local, é necessário se deslocar pela BR 401, RR 206 e pela Vicinal do Rio Branco até chegar à casa de Dona Juliana, às margens de um refrescante Igarapé e de convidativas redes. O trecho inicial da caminhada segue por áreas planas na base da floresta, sem nenhum nível de dificuldade e se mostra apenas como um aquecimento para a musculatura.

A primeira das quatro fases já começa com travessia de riachos, mas ainda pode ser percorrida por iniciantes no trekking e pessoas que querem admirar as paisagens de uma floresta tropical. A passos rápidos, são cerca de 15 minutos até se chegar numa grande pedra, de onde é possível avistar o pé da serra, local onde os guias estabelecem como a divisa para a segunda parte.

Início de verdade - A partir deste ponto é que começa de verdade a inclinação e é o momento de poupar energias para encarar uma mata mais fechada, com pedras soltas, galhos e troncos caídos pelo caminho. A respiração ofegante passa a ser uma constante nos cerca de 20 minutos até a próxima transição.

Um riacho que corre ao lado da pedra convida para um banho, mas não há tempo para refresco, mesmo que a umidade alta e o calor castiguem os viajantes, pois cada minuto desperdiçado significa um atraso na chegada ao topo. O guia avisa que terminou o parque de diversões e recomenda aos menos condicionados que fiquem na área e aproveitem para descansar. Começa o pior trecho.

“Essa é a parte considerada mais difícil, a partir de agora será casca grossa”, avisa Lula, um dos guias acostumados a levar grupos para a região. Neste momento os meninos distinguem-se dos homens e é necessária muita concentração, pois um passo em falso pode custar caro na hora de saltar entre uma pedra e outra. Os braços e as mãos passam a ser mais exigidos e a solidariedade entre os presentes é cada vez mais necessária.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

De MANAUS para MANACAPURU.

Uma longa trajetória.

ENERGÉTICO NATURAL.

"Os Passos de Anchieta" 100 quilômetros entre Anchieta e Vitória.

RECEITA DA VOVÓ, remédios caseiros.