TREKKING RIO PRETO DA EVA-AMAZONAS.


Após Presidente Figueiredo, Manacapuru, sigo em outra aventura desta vez rumo ao Rio Preto da Eva. O município Rio Preto da Eva é um dos mais recentes municípios criados no estado do Amazonas, cuja instalação deu-se pela segunda vez em 1981.
A meta e fazer está caminhada em um dia.

As 04:00hs já estava pronto para seguir rumo a barreira, ponto de partida desta aventura, minha meta uma caminhada forçada pois queria chegar no mesmo dia e retorna a noite para Manaus.

A saída da barreira foi as 4:20hs.


Os primeiros raios de sol, já dava pra imaginar que seria um dia de calor.

Uma parada para repor as energias.


O nome Rio Preto da Eva veio em conseqüência das águas pretas (ou escuras) do rio que banha a localidade (ou aquele município) desembocado no Paraná da Eva. O estabelecimento do município deve-se ao fato de ter sido implantado a colônia agrícola por imigrantes japoneses  e alguns  colonos brasileiros que se instalaram em fins de 1967, três anos após ter chegado a estrada do Rio Preto, possibilitando a tornar-se município, vindo a ocorrer em dezembro de 1981, conforme deliberação tomada pelo governador  José Lindoso.


Está foto dedico ao meu chefe Marcelo, uma parada em frente ao seu sitio para tomar uma água.
A Tarde a chuva não deu trégua.

Uma lanche Guaraná Baré com castanha de caju.

Um abraço a todos pela água e as palavras de incentivo.

Uma grande aventura de superação e força, chegada as 18:10 na rodoviária do Rio Preto, 13:50 de caminhada.
Obrigado Deus por mais esta conquista, um abraço a todos que encontrei pelo caminho, os que ofereceram água, frutas, que passaram buzinando e aqueles que acham que só louco e todos que de alguma forma contribuem com este esporte, pois treinar com uma mochila com 30 quilos de pedra faz a diferença nesta hora. Aki não tem SUPER PRODUÇÃO.

HORA DE ARRUMAR A MOCHILA.


Amanhã se DEUS permitir sigo em um Trekking rumo ao Rio Preto da Eva, uma caminhada longa, pretendo sai 4.30hs da barreira, a meta e chega 17 ou 18h.

DEUS GUIE MEUS PASSOS.

TREKKING RIO PRETO DA EVA-AMAZONAS.


APÓS PRESIDENTE FIGUEIREDO, MANACAPURU, DOMINGO DIA 14.12, SAINDO DA BARREIRA ÄS 4;30HS UM TREKKING RUMO AO RIO PRETO DA EVA.
SE DEUS PERMITIR UMA CAMINHADA ABENÇOADA.

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO.

PIRARUCU GIGANTE OU UM MONSTRO PRÉ-HISTÓRICO.


No dia  que seria comemorado a segunda festa do PIRARUCU  (Arapaima gigas) é um dos maiores peixes de água doce fluviais e lacustres do Brasil) no Municipio de Marãa,  a 634 quilometros de Manaus, o que poderia ser uma lenda, transformou-se em realidade, uma história que poderia ser contada em um filme de Hollywood, uma tragédia presenciada por poucos que comoveu toda uma região e com certeza  vai ficar na memória de todos para sempre.

Era sexta-feira dia 28/11/2014, a cidade estava se preparando para comemorar a segunda festa do PIRARUCU, vários artistas chegavam ao municipio, a quadra estava ornamentada, aguarando a chegada da noite para apresentação das danças, escolha da garota Marãa e muitas outras apresentações, tanta alegria foi quebrada pelos gritos de um morador. Corremos todos para frente do porto.

Socorro, Socorro.....um monstro atacou uma canoa, o homem Esbranquiçado, mau conseguia falar. repetindo que um Monstro teria atacado um pescador.
Passado algum segundos ele relatou que ia navegando pelo rio Paraná Pinapuã em frente a reserva Mamirauá e  notou que a água começou a ficar agitada e que começaram a surgir ondas e o mais incrível e que não ventava e nem tinha passado nenhuma embarcação grande.





Enquanto o rio tornava-se mais agitado ele percebeu que alguns pescadores estavam olhando a movimentação do rio, foi quando surgiu o que ele chamou de Monstro, segundo ele descreve seria um PIRARUCU Gigante, com mais de 15 metros, olhos enormes, que saindo mais de dez metros de altura  da água,   golpeou o pescador que caiu no rio, após, o monstro mergulhou deixando apenas uma grande onda e o pescador morto, segundo a testemunha o pescador Ednilson era o mais antigo da colonia Z-32, uma balsa com vários pescadores, armador com arpões, dinamites, bombas caseira e armas pesadas saiu a procurado monstro.


Como por encanto o Monstro desapareceu nas águas barrentas do rio Paraná Pinapuã .



TREKKING FLORESTA ADOLPHO DUCKE-MANAUS.


Uma visita a Reserva Florestal Adolpho Ducke, em Manaus é experimentar toda exuberância da floresta de terra firme, com 10.000 hectares (100 km2) e aproximadamente 10 km de cada lado. A área da reserva  foi inicialmente escolhida pelo botânico Adolpho Ducke na década de 40, que a selecionou como uma parte da Hiléia que deveria ser resguardada para o futuro.
A área foi solicitada inicialmente ao governo do Estado do Amazonas em 1955, pelo então Diretor do INPA, Dr. Olympio da Fonseca Filho. Em 1959, um Termo de Doação foi emitido pelo governo estadual. A definição jurídica da doação ocorreu em 23 de novembro de 1962.






Biblioteca, anfiteatro, aquários, pavilhão, tenda para exposições e um viveiro com mudas para doação completam os atrativos. Programas de educação ambiental, jogos, oficinas de arte e sessões de contação de história e planetário são oferecidos aos grupos e escolas que agendam sua visita.


A árvore que anda.

Segundo a lenda está árvore tem o formato da cara de um índio que desapareceu na floresta, e como se ficasse registrado que ele passou ali e nunca mais foi visto.

Seus mais de 3km de trilhas levam o visitante ao interior da mata primária onde é possível encontrar árvores como um angelim-pedra (Dinizia excelsa) de 40 metros e 400 anos de idade.  

Uma torre de 42 metros com 242 degraus, foi montada no meio da reserva florestal Adolpho Ducke, para que os amantes da natureza contemplem as maravilhas da biodiversidade do alto, o objetivo da construção da torre é ressaltar a importância de preservar a Amazônia.







Conhecer a reserva florestal Adolpho Ducke, foi uma aventura muito legal, vale apena conhecer as maravilhas da natureza.

TREKKING PUCÓN/CHILE - VULCÃO VILLARRICA.


Em mais uma aventura, hora de separar o material e seguir rumo ao Vulcão Villarrica. Sabia que seria uma corrida contra o tempo,  devido ao fato de possuir poucos dias para completar a caminhada.

Em São Paulo hora do lanche Bolacha e uma espera de 4:00 horas, para seguir rumo a Santiago.


Sobre a cordilheira dos Andes, a cordilheira  possui aproximadamente oito mil quilômetros de extensão. É a maior cadeia de montanhas do mundo (em comprimento), e em seus trechos mais largos chega a 160 km do extremo leste ao oeste. Sua altitude média gira em torno de 4000 m e seu ponto culminante é o monte Aconcágua, com 6 962 m de altitude.
A cordilheira dos Andes se estende desde a Venezuela até a Patagônia, atravessando todo o continente sul-americano, caracterizando a paisagem do Chile, Argentina, Peru, Bolívia, Equador e Colômbia, também conhecidos como países Andinos.

No aeroporto no Chile não adianta correr pra fila da imigração, tem que preencher a Tarjeta Internacional de Entrada Salída, não precisa do Passaporte.
Saindo do Aeroporto optei por pegar uma Vam,  uns 20 minutos até a Rodoviária de Santiago (TUR -BUS) ao custo de 15.000 pesos, uma espera de 06:00hs, que aproveitei para da uma caminhada, acima a entrada da Estação Ferroviária Central.
Ao lado da Estação Ferroviária Central, em Santiago do Chile, existe uma parede de vários metros obscurecidas por fumaça,  acesas permanentemente velas e cheias de inscrições placa de agradecimento para os milagres atribuídos a seus seguidores que "animita". A crença popular é tal que, quando realizada a remodelação e reconstrução do contorno da Estação Central, esse muro não foi removido. Por sua localização próxima à estação de trem tem muitos seguidores de províncias distantes do Chile e no exterior.




Assim, cada milagre deve agradecer com uma placa na parede ou pavilhão construído. As placas foram ocupada toda a superfície dos pavilhões e praticamente toda a parede.
O problema é que o tempo Romualdito e a lenda têm obscurecido a identidade e as circunstâncias da sua morte.

Seguindo rumo a Pucon, optei pela TUR-BUS, uma viagem de 11:00hs ao preço de 31.000 pesos, o ideal e levar um lanche pois nas paradas os vendedores entram no ônibus e tudo e caro.
Já em Pucón teria que conseguir uma agencia para a subida ao Vulcão Villarrica.
Após percorrer toda a O"Higgins fechei com a VOLCAN VILLARRICA, 555, Local 1, no valor de 58.000 pesos a Subida ao vulcão com todo o equipamento, não inclue o lanche e a água (duas bananas, uma maça uma pera um sanduíche e um litro e meio de água) todos tem que subir com a mochila, e um Tour por la Zona, com banho nas piscinas térmicas, tem que ser com uma agência.
Caminhando contra o tempo, um Trekking pela cidade, ao fundo o Vulcão Villarrica visto de toda parte quando o tempo está bom.



Enquanto caminhava tentava localizar um local pra ficar, pois fazia muito frio, estava cansado e com fome e sem tomar banho.


Ao fundo o Villarrica e sua fumarola.



Após uma longa caminhada encontrei uma hospedagem em conta a grana era curta e o frio não dava trégua, pelo valor de 10.000 pesos a diária, tem uma cozinha onde dava pra fazer a comida, tinha levado mantimentos deu pra economizar.

 Este é o Valentim dono da hospedagem e um irmão onde ficou uma grande amizade, não sabia que ele tinha uma agência, como já tinha fechado com outra, pode conferir endereço Calle Fresia 452-Pucón-Chile, meu irmão obrigado pela ajuda,

 Saímos de Pucon, as 6:00 horas da manhã com o dia parcialmente nublado e bem frio, seguimos de van por cerca de 30 a 40 minutos até a entrada do parque onde fica o Vulcão Villarrica, após nossa entrada ser autorizada, seguimos mais alguns minutos por uma estrada de cascalhos vulcânicos até o teleférico onde a van nos deixou para iniciarmos a subida. Chega a hora de começa a subida ao Villarrica, quase perco a hora quando cheguei na agência só faltava eu foi tudo muito rápido vestir a roupa pegar as instruções e seguir ao destino.
 Villarrica é um vulcão situado na cordilheira dos ANDES, na região da Araucania, Chile.
Seu cume se encontra a 2843 m de altitude, e é classificado como um estratovulcão (Estratovulcão é um vulcão em forma de cone, formado pelo magma extravasado. Quando nasce um vulcão ele não tem esse formato, a partir de suas erupções é que ele ganha forma).

A atingir determinado ponto da subida tem duas opções, caminhar ou adiantar a subida utilizando um teleférico, (apenas em alta temporada) da pra economizar uma hora de caminhada.


Os guias dão uma aula, de como devemos caminhar na neve com o piolet de caminhada e o que fazermos em caso de quedas com o piolet para podermos parar e não despencar montanha abaixo. Confesso que achei aquilo muito inútil uma vez que eles não nos fizeram treinar ou simular uma queda usando o piolet, e também fiquei surpreso que não iríamos subir encordados e apenas com as botas plásticas sem os grampões que estavam na mochila ao invés de colocarmos nas botas. 

Acredito que no caso da tragédia  em que o brasileiro Felipe, de Macaé, e o Mexicano, que morreram na montanha após despencarem ladeira abaixo por mais de 600 metros. Se eles tivessem feito alguns treinos em quedas na neve estivessem usando os crampões e tivessem encordados, talvez estivessem vivos.

A escalada dura em média de 4 a 5 horas de subida e descida, e devido ao grande fluxo de gente na montanha, o caminho já havia virado uma enorme canaleta de neve, que em alguns trechos chegava a uma inclinação entre 65˚ e 75˚. Era impressionante a quantidade de pessoas na montanha, bem próximos do cume e já dava pra ver a enorme nuvem de fumaça que o vulcão expelia.




Vulcão Lanin 3.125 metros, na Argentina visto do cume e eu no cume do Villarrica,

Logo que chegamos, fomos recebidos pela nuvem de fumaça de enxofre que tirava o fôlego. Era quase impossível respirar, tínhamos que cobrir a boca e o nariz com um pano para escapar da fumaça, como item de segurança falta uma boa mascara.


Confesso que a descida foi a pior parte, fiquei com medo, panico, pavor foi a parte mais perigosa.
As agências fornecem uma proteção para as nádegas. É isso mesmo, para a bunda, para podermos despencar ladeira abaixo na montanha no famoso “Skibunda”, não podia dar mole, tínha que ir freando com o cabo do piolet senão não parava mais, só quando chegava num platô de neve fofa.
Dica vá com um tempo de folga pois a subida depende do tempo e eu passei dois dias na cidade sem que fosse autorizado a subida.






Com está foto me despeço de Pucón, foi uma aventura maravilhosa, uma cidade linda, povo amigo, muitas amizades e um novo irmão  Valentim. 

Chega ao fim mais uma aventura foram seis dias de maratona sem descanso, frio, dois dias a pão água e bolacha, pois a grana acabou, pela rodoviária e aeroporto para economizar uns trocados, não tem moleza a vida de coyote, foram dias de treino para conseguir cumprir está caminhada, obrigado a Deus, aos meus amigos que de alguma forma colaboram com estas aventuras, a minha família pelo carinho, sei dos riscos e sei também do amor e carinho que tenho de vocês e está é a Força nos momentos difíceis.