Uma longa trajetória.

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  Em 1977, comecei a treinar Judô, na Academia Tang Soo Do Center, com os professores Mike, Tetsuo e Tikara, localizada na rua Ramos Ferreira, hoje funciona o Fórum Trabalhista de Manaus, onde sou Servidor Público. O tempo foi passando , uma época onde brigas eram constantes, um dia em uma lanchonete conheci o Aly Almeida, que me fez um convite pra treinar no Olímpico Clube, apesar de não ser bem visto pela maioria dos alunos, aceitei. Lembro o primeiro dia de treino de uma lado COG-CENTRO OLÍMPICO DE GINASTICA, do outro lado a academia de JIU-JITSU, apesar de vim do Judô tudo era novidade, primeiro por ter que encarar algumas feras que ali treinavam, Alfredo Jacauna, Luiz Alberto, Bidida, Gula, Casio Façanha, Paulinho peixe, Nilberto, Galdino e tantos outros. O tempo foi passando , Fiz parte da primeira turma de (PARAQUEDISTAS DO OLÍMPICO CLUBE). O tempo foi passando , fui treinar na academia do professor Luiz Fonseca no Conjunto Débora, uma época difícil, porem a vontade de trein

DIAN FOSSEY. Nas montanhas dos Gorilas.

Dian Fossey, foi uma zoóloga Americana. Conhecida pelo seu trabalho científico e de conservação com os gorilas das Montanhas Virunga, em Ruanda e no Congo.
Inspirada pelos escritos do melhor naturalista e conservacionista George B. Schaller, decidiu estudar os gorilas das montanhas em extinção na África.

Dian Fossey recebeu instrução em trabalho de campo com chimpanzés da especialista Jane Goodall, e começou a assistir e registrar o comportamento de gorilas das montanhas. O trabalho dela levou-a para o então Zaire e depois para Ruanda onde abriu o centro de Pesquisa Karisoke.

Após anos de observação paciente, os gorilas vieram a conhecer e confiar nela, e Fossey descobriu que podia sentar-se no meio de um grupo e até mesmo brincar com os jovens. Conheceu os animais como indivíduos e até mesmo deu nomes a eles.
 
Em 1980, foi para Inglaterra e ingressou na Universidade de Cambridge onde obteve um doutorado em zoologia. Depois obteve uma posição como professora na Universidade de Cornell em Nova Iorque, onde escreveu sobre suas experiências em Ruanda.

No ano seguinte retornou ao Centro de pesquisa Karisoke para continuar sua pesquisa e trabalho de campo.
Quando seu gorila favorito, Digit, foi morto para obtenção de suas mãos (com as quais se faz cinzeiros), Fossey começou uma campanha contra a atividade. Seus discursos, infelizmente, tornaram-na um alvo da violência por parte dos caçadores furtivos e dos elementos corruptos do exército do Ruanda. Em 1985 Dian foi encontrada morta em sua cabana, fruto de um assassinato. Ninguém jamais achou o seu assassino, embora suspeitem que seja um caçador de gorilas.
Baseado em fatos reais, o filme conta a história de uma antropóloga que luta para salvar uma espécie de gorilas que está ameaçada de extinção. Com a intenção de estudar o comportamento de primatas, ela deixa os Estados Unidos e se muda para uma floresta africana, onde consegue desenvolver uma forma de comunicação com os gorilas. Porém os moradores da região encontram na caça aos gorilas um dos poucos meios de ganhar a vida, motivo pelo qual o governo não quer interferir. Indignada, ela torna uma ativista defensora dos gorilas, chegando a queimar as cabanas dos nativos caçadores, atitude que traz terríveis consequências.
Nas Montanhas dos Gorilas" (1988) é inspirado na história real de Dian Fossey, a pesquisadora que viaja para a África, perto das selvas de Ruanda, para estudar os gorilas das montanhas. Fossey consegue, de forma corajosa e surpreendente, se aproximar desses animais, sobre os quais pouco se sabia até então. Ela começa a estudá-los bem de perto e a desenvolver até mesmo um processo de comunicação com eles. Seu esforço para proteger os gorilas supera qualquer outro interesse em sua vida: seu romance com o fotógrafo da National Geographic termina por causa disso, e suas táticas para aterrorizar os caçadores ruandeses a transformam numa pessoa mal vista e com fama de louca. A luta de Fossey termina de forma trágica, mas seu legado permanece até hoje.

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