Uma longa trajetória.

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  Em 1977, comecei a treinar Judô, na Academia Tang Soo Do Center, com os professores Mike, Tetsuo e Tikara, localizada na rua Ramos Ferreira, hoje funciona o Fórum Trabalhista de Manaus, onde sou Servidor Público. O tempo foi passando , uma época onde brigas eram constantes, um dia em uma lanchonete conheci o Aly Almeida, que me fez um convite pra treinar no Olímpico Clube, apesar de não ser bem visto pela maioria dos alunos, aceitei. Lembro o primeiro dia de treino de uma lado COG-CENTRO OLÍMPICO DE GINASTICA, do outro lado a academia de JIU-JITSU, apesar de vim do Judô tudo era novidade, primeiro por ter que encarar algumas feras que ali treinavam, Alfredo Jacauna, Luiz Alberto, Bidida, Gula, Casio Façanha, Paulinho peixe, Nilberto, Galdino e tantos outros. O tempo foi passando , Fiz parte da primeira turma de (PARAQUEDISTAS DO OLÍMPICO CLUBE). O tempo foi passando , fui treinar na academia do professor Luiz Fonseca no Conjunto Débora, uma época difícil, porem a vontade de trein

EXPEDIÇÃO RESERVA DUCKE.


Uma grande aventura, organizada pelo Comandante Mendonça, Ronilton e sua equipe. EXPEDIÇÃO RESERVA DUCKE, (A Reserva Florestal Adolpho Ducke (RFAD) tem 10.000 hectares (100 km2) e aproximadamente 10 km de cada lado. A área da reserva  foi inicialmente escolhida pelo botânico Adolpho Ducke na década de 40, que a selecionou como uma parte da Hiléia que deveria ser resguardada para o futuro. A área foi solicitada inicialmente ao governo do Estado do Amazonas em 1955, pelo então Diretor do INPA, Dr. Olympio da Fonseca Filho. Em 1959, um Termo de Doação foi emitido pelo governo estadual. A definição jurídica da doação ocorreu em 23 de novembro de 1962 com a promulgação da lei número 41. A reserva é totalmente demarcada e é cercada na borda adjacente à área urbana).

Com o grupo formado por 17 Guerreiros, e hora de acertar os detalhes e seguir as orientações do comandante.

Uma foto com o comandante Ronilton, a saída da base seria as 07hs de sábado e o retorno as 16hs de domingo.


A solidariedade do grupo fez a diferença.



Uma parada para repor as energias.



Um dos grandes momentos desta expedição.

Poder tomar banho e beber a água do Bolívia, este igarapé e o mesmo que passa sob a ponte da Bolívia, hoje totalmente poluído.
Um dia foi assim, era o balneário  Ponte da Bolívia, o rio era largo, com partes rasas e fundas a parte rasa, que era a maior, era muito extensa. Nas cabanas se comia peixes servidos no local. A parte mais funda ficava perto da rua, onde pessoas pulavam na água de cabeça.

O fim

Em 1985 (ou 1986?) a prefeitura teve a brilhante e talentosa ideia de construir um lixão logo depois da barreira. Um ano depois, o igarapé da Ponte da Bolívia estava poluído.
A aventura continua, o Guerreiro Mike.

O guerreiro Lucas, na ida revezamento de sacola, na volta de Mochila.



O Bolinho de arroz com  farofa de carne seca.


O Cardápio era do mais variado, pela manha tapioca com recheio de ameixa ou pé de moleque com nescau.


Chega o momento de desmontar o acampamento e começar a aventura de volta.



A chuva contribuiu aumentado o grau de dificuldades.










Chega ao fim está expedição, uma aventura repleta de emoções, dificuldades, alegrias,  união e amizade o que tornou o grupo forte e vencedor, fica o agradecimento do coyote a todos que me acolheram no grupo, o aprendizado que adquiri e a amizade de todos, aos organizadores, pela postura, determinação em guiar o grupo.

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