Uma longa trajetória.

Imagem
  Em 1977, comecei a treinar Judô, na Academia Tang Soo Do Center, com os professores Mike, Tetsuo e Tikara, localizada na rua Ramos Ferreira, hoje funciona o Fórum Trabalhista de Manaus, onde sou Servidor Público. O tempo foi passando , uma época onde brigas eram constantes, um dia em uma lanchonete conheci o Aly Almeida, que me fez um convite pra treinar no Olímpico Clube, apesar de não ser bem visto pela maioria dos alunos, aceitei. Lembro o primeiro dia de treino de uma lado COG-CENTRO OLÍMPICO DE GINASTICA, do outro lado a academia de JIU-JITSU, apesar de vim do Judô tudo era novidade, primeiro por ter que encarar algumas feras que ali treinavam, Alfredo Jacauna, Luiz Alberto, Bidida, Gula, Casio Façanha, Paulinho peixe, Nilberto, Galdino e tantos outros. O tempo foi passando , Fiz parte da primeira turma de (PARAQUEDISTAS DO OLÍMPICO CLUBE). O tempo foi passando , fui treinar na academia do professor Luiz Fonseca no Conjunto Débora, uma época difícil, porem a vontade de trein

TREKKING SALAR DE UYUNI/BOLÍVIA


O Salar de Uyuni. Com mais de 10.500 km², e estimados 10 bilhões de toneladas de sal, o salar é o maior deserto de sal do mundo.

Está localizado no departamento de Potosí e no departamento de Oruro, no sudoeste da Bolívia, no altiplano andino, a 3.650m de altitude.
Na entrada do Salar, parte mais próxima à cidade, o chão não fica tão branquinho, por conta da poeira das estradas.

O cemitério de trens. Nesse local, encontra-se diversas locomotivas abandonadas e oxidadas pelo tempo. Eram locomotivas utilizadas no transporte de minério até a costa do pacífico, no início do século XX. Com a segunda guerra e o declínio do comércio, os trens foram abandonados no meio do deserto, criando um “cemitério”.





Depois do cemitério de trens é que entramos no Salar propriamente dito. 
Construído de Sal, o monumento representa a passagem do RALLY DAKAR pelo deserto de UYUNI.
Ao longo dos anos, boa parte das edições consistiu em um trajeto (que variava ano a ano) entre Paris e Dakar, às vezes incorporando outras locações como Lisboa, em Portugal; Cairo, a capital do Egito; e a Cidade do Cabo, na África do Sul, que foi o destino da corrida na edição de 1992. 
E seria assim ainda hoje se, em 2008, a prova não tivesse sido cancelada um dia antes de começar devido a ameaças de atentados terroristas por militantes da Al-Qaeda, que prometeram atacar os competidores em sua passagem pela Mauritânia, na África.
Sendo assim, no ano seguinte, a organização do Rally decidiu transferir a corrida para a América do Sul, em uma rota que saía de Buenos Aires, passava por diversas cidades na Argentina e no Chile, e voltava para Buenos Aires. Desde então, todas as provas aconteceram em uma variação deste trajeto, para a alegria de fãs de rali da América do Sul — especialmente na Argentina, onde pilotos de rali são considerados heróis e centenas de milhares de pessoas vão às ruas para assistir às etapas de perto.
Novamente o Rali Dakar começou e vai terminar em Buenos Aires, mas desta vez o trajeto inclui a Cordilheira dos Andes, no Chile, e a cidade de Uyuna, na Bolívia. Serão, no total, 406 veículos percorrendo 9.295 km e passando por dunas, planícies desérticas e montanhas.
Uma parte interessante do Rali Dakar é a categoria Maratona — uma competição separada na qual alguns dos participantes participam de um acampamento e correm sem a ajuda de suas equipes de assistência. Em 2015, serão dois dias de maratonas para carros e caminhões e quatro dias para motocicletas e quadriciclos.
No caminho encontra-se algumas lojinhas vendendo artesanato.

Uma visita ao Museu de Sal.

É nessa  parada que visitamos o primeiro hotel de sal (hoje fechado) e o monumento com bandeiras de vários países fincadas em uma estrela de sal. Encontramos uma bandeiras do Brasil!






Seguindo em direção a Isla del Pescado e o que imaginávamos no início se concretizou: o branco do sal ficou mais branco e o azul do céu mais azul! Combinando como nunca!  Lindo! 








Isla del Pescado, uma ilha no meio do deserto de sal com cactos gigantes que chegam a 10 metros de altura. É realmente impressionante! O nome da ilha vem do formato de peixe de seu reflexo no espelho d’água que se forma no período de chuvas (entre dezembro e março). Há um pequeno restaurante na ilha e é ali onde todos param para almoçar.





“Você acredita que vai fazer uma aventura, mas em seguida a aventura é quem te faz, ou te desfaz”.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

De MANAUS para MANACAPURU.

Uma longa trajetória.

ENERGÉTICO NATURAL.

"Os Passos de Anchieta" 100 quilômetros entre Anchieta e Vitória.

RECEITA DA VOVÓ, remédios caseiros.