Uma longa trajetória.

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  Em 1977, comecei a treinar Judô, na Academia Tang Soo Do Center, com os professores Mike, Tetsuo e Tikara, localizada na rua Ramos Ferreira, hoje funciona o Fórum Trabalhista de Manaus, onde sou Servidor Público. O tempo foi passando , uma época onde brigas eram constantes, um dia em uma lanchonete conheci o Aly Almeida, que me fez um convite pra treinar no Olímpico Clube, apesar de não ser bem visto pela maioria dos alunos, aceitei. Lembro o primeiro dia de treino de uma lado COG-CENTRO OLÍMPICO DE GINASTICA, do outro lado a academia de JIU-JITSU, apesar de vim do Judô tudo era novidade, primeiro por ter que encarar algumas feras que ali treinavam, Alfredo Jacauna, Luiz Alberto, Bidida, Gula, Casio Façanha, Paulinho peixe, Nilberto, Galdino e tantos outros. O tempo foi passando , Fiz parte da primeira turma de (PARAQUEDISTAS DO OLÍMPICO CLUBE). O tempo foi passando , fui treinar na academia do professor Luiz Fonseca no Conjunto Débora, uma época difícil, porem a vontade de trein

TREKKING PERU PARTE I.


O começo do que seria uma grande Aventura, com os companheiros de Trekking Pedrinho e Ellilian, organizamos a nossa ida ao Peru para conhecer  A Rainbow Mountain, também chamada de Montanha Arco Íris ou Vinicunca.




De Manaus de avião até Porto Velho/RO, optamos por este trajeto pois a passagem de avião era  mais barata.




Já em Porto Velho, preparamos um café no aeroporto, com tapioca, nescau e pão.






Teriamos qua aguardar o Onibus com destino a Rio Branco/AC, seriam mais sete horas de estrada.


Aproveitamos para dar uma caminhada por Porto Velho,



Quase em frente ao rio fica uma fascinante relíquia local: a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM). Construída entre 1907 e 1912, a ferrovia de 366 quilômetros de extensão atraiu migrantes do Brasil e do mundo e foi a responsável pelo desenvolvimento da capital no século passado.



Aguardando a hora se seguir para Rio Branco.






 Na Vila do Abunã, distrito de Porto Velho (RO), o local onde os veículos atravessam na balsa, temos que fazer esta travessia fora do veículo, ao fundo o Rio Madeira.



Nossa chega a Rio Branco foi a noite, teriamos três opções de seguir para a fronteira, a empresa de ônibus Expresso Internacional Ormeño S.A. que no Guiness Book  consta como a maior linha de ônibus do mundo saindo de São Paulo à Lima, com distância de que perdeu o posto para a linha mais recente, que vai da capital fluminense à capital colombiana. Ao todo, são 14 mil km percorridos, passando por Puerto Maldonado, Cusco, Lima, Equador, Quito, Cali e, por fim, Bogotá, passando por Rio Branco, infelizmente está opção não foi possível, pois não haveria ônibus no dia em que iríamos sair. A passagem tem que ser comprada com pelo menos dois meses de antecedência.
As outras opções seriam ônibus pelo valor de R$60,00 uma viagem que dura em media sete horas ou  taxi lotação R$40,00 por pessoa, que dura em media uma quatro horas.


Uma parada para carimbar o passaporte,  na Polícia Federal em Assis Brasil e em Iñapari no Peru.





A primeira cidade pós-ponte é Iñapari. 
Passamos então na imigração, trocamos o real o R$1,00 = 0,94 Solis suficiente para chegar na primeira cidade de verdade e nos enfiamos numa van com destino a Puerto Maldonado.






Parada para o almoço, moela com banana ou yuca. Top.



Ainda cheguei a tempo de provar este almoço.

A viagem de Iñampari à Puerto Maldonado durou cerca de três horas, mas pelo menos, desse lado da fronteira a estrada é um tapete.  


Em Puerto Maldonado a van nos deixou no terminal de ônibus, onde já compramos passagens para a mesma noite rumo à Cusco R$50.00.





Levamos em média 10 horas até Cusco, a estrada perfeita, no caminho uma pedra rolou da montanha e bateu em nosso ônibus, graças a Deus não houve nada de grave.
Em fim em CUSCO.

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