Trilha do Costão de Itacoatiara – Niterói – RJ



Barraca da D. Fátima a melhor de Copacabana, próximo ao Copacabana Palace, e só falar com o Léo.







Costão do Itacoatiara se tornou uma das trilhas mais buscadas pelos praticantes de aventura.


Uma trilha com uma  bela vista e um ótimo custo/benefício.

 Uma trilha  fácil e com um visual maravilhoso. 







Uiramutã “local de espera de aves”

Uiramutã  é conhecida não só como cidade indígena como também pelas cachoeiras que compõem sua beleza natural. O acesso é difícil, em grande parte por estrada de terra, mas o destino vale à pena:  um município simples, com ecoturismo e paisagens deslumbrantes.







Fundada em 1995, como desmembramento do município de Normandia, a extremo norte de Roraima.
 A cidade fica na tripla divisa entre Brasil, Guiana e Venezuela, e seu nome significa “local de espera de aves”


Marco dessa divisa é o Monte Caburaí, com 1.456 metros de altitude. 
Uiramutã é um pouco menor, mas ainda assim alta.  São 840 metros de altitude,.
Rodeada por serras, vales e montanhas onde se escondem as cachoeiras que atraem o turismo para a região.

Sete Quedas são os pontos mais populares. A primeira é uma cachoeira pequena, com um grande poço de água esverdeada ideal para banho, e pode ser acessada de carro (7 km pela estrada de terra). 






Já a segunda, mais radical, só pode ser acessada até certa parte da serra, de onde é necessário seguir por uma trilha que leva às quedas sequenciais que enchem uma piscina natural.










Morro do Cruzeiro, o visual lá de cima é espetacular.  


Dá para ver a cidade de Normandia ainda virgem de habitação, permeada e cercada por imensos lavrados, lagos ao longe e as serras do Planalto das Guianas que emolduram toda a região fronteiriça. 




O cruzeiro nada mais é do que uma imensa cruz de madeira que marca a religiosidade daqueles moradores simples e hospitaleiros de Normandia.





Foi uma grande aventura, muitos amigos, fica o meu agradecimento a  Caburaí Adventure, e a todos integrantes do seu grupo, atentos, prestativos e tentando sempre uma solução para pequenos desafios.

O Saara do Peru/Huacachina.

Huacachina é um vilarejo que fica próximo da cidade de Ica, no Peru. O local é considerado o “oásis da América”,




O pequeno vilarejo surgiu na década de 40 e servia como um refúgio para as famílias ricas peruanas descansarem.


Mas foi nos anos 90 que o local se popularizou. Desde então, muita gente coloca Huacachina no roteiro do Trekking no Peru.



Chegando ao oásis de Huacachina, uma das primeiras coisas para visitar é a lagoa, rodeada por palmeiras, restaurantes e dunas gigantescas. 
A água da lagoa é imprópria para banhos — por isso, deixe a vontade de dar aquele mergulho de lado, mesmo no calor escaldante do deserto! O máximo que você consegue fazer por lá são passeios em pedalinhos.









As Salinas de Maras e os círculos de Moray/Peru. .


Antes de chegar em Maras e Moray, passei pelo Centro de Produção Textil Illapa onde se aprende um pouco sobre as técnicas empregadas para fabricação de lã.



As Salinas de Maras, estão situadas na província de Urubamba, a 1 quilômetro a oeste da cidade de Maras, que fica 40 quilômetros ao norte de Cuzco. 
Desde tempos pré-Inca, o sal é obtido em Maras por evaporação de água salgada de um córrego subterrâneo local. O fluxo é direcionado para um sistema de pequenos canais construídos de modo que a água corre gradualmente para baixo caindo nas centenas de poças, em forma de escadas, que vão se cristalizando formando os cristais de sal.
Estamos falando de 5 mil bancos de sal explorados atualmente por cerca de 200 famílias da região de Maras.
 É possível caminhar por dentro da salinas, encostar a mão e até mesmo provar. A água é quente e muito salgada.


Chegando a Moray, Localiza-se a 74 km da cidade de Cusco, a 3.500 metros acima do nível do mar. 






A área arqueológica destaca-se porque mostra uma série de plataformas circulares que parecem anfiteatros.


 A maior apresenta 12 terraços com uma profundidade de 100 metros.

Para os pesquisadores, os terraços circulares de Moray funcionavam como um centro de pesquisa agrícola, onde cada nível oferecia um ambiente climático diferente e servia para cultivar diferentes plantas de forma experimental.




Os terraços foram construídos sobre muros de contenção cheios de terra fértil. Eram regados por meio de complexos sistemas de irrigação. No fundo dos terraços, existe um sistema de armazenamento de água proveniente das chuvas. Em todo este sistema foram cultivadas com êxito mais de 250 espécies vegetais.
Outros estudos indicam que o lugar foi empregado para a observação astronômica e monitoramento de mudanças climáticas que poderiam apresentar-se, mediante o acompanhamento da luz solar e das sombras que apareciam das altas montanhas nesta área.