Uma longa trajetória.

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  Em 1977, comecei a treinar Judô, na Academia Tang Soo Do Center, com os professores Mike, Tetsuo e Tikara, localizada na rua Ramos Ferreira, hoje funciona o Fórum Trabalhista de Manaus, onde sou Servidor Público. O tempo foi passando , uma época onde brigas eram constantes, um dia em uma lanchonete conheci o Aly Almeida, que me fez um convite pra treinar no Olímpico Clube, apesar de não ser bem visto pela maioria dos alunos, aceitei. Lembro o primeiro dia de treino de uma lado COG-CENTRO OLÍMPICO DE GINASTICA, do outro lado a academia de JIU-JITSU, apesar de vim do Judô tudo era novidade, primeiro por ter que encarar algumas feras que ali treinavam, Alfredo Jacauna, Luiz Alberto, Bidida, Gula, Casio Façanha, Paulinho peixe, Nilberto, Galdino e tantos outros. O tempo foi passando , Fiz parte da primeira turma de (PARAQUEDISTAS DO OLÍMPICO CLUBE). O tempo foi passando , fui treinar na academia do professor Luiz Fonseca no Conjunto Débora, uma época difícil, porem a vontade de trein

As Salinas de Maras e os círculos de Moray/Peru. .


Antes de chegar em Maras e Moray, passei pelo Centro de Produção Textil Illapa onde se aprende um pouco sobre as técnicas empregadas para fabricação de lã.



As Salinas de Maras, estão situadas na província de Urubamba, a 1 quilômetro a oeste da cidade de Maras, que fica 40 quilômetros ao norte de Cuzco. 
Desde tempos pré-Inca, o sal é obtido em Maras por evaporação de água salgada de um córrego subterrâneo local. O fluxo é direcionado para um sistema de pequenos canais construídos de modo que a água corre gradualmente para baixo caindo nas centenas de poças, em forma de escadas, que vão se cristalizando formando os cristais de sal.
Estamos falando de 5 mil bancos de sal explorados atualmente por cerca de 200 famílias da região de Maras.
 É possível caminhar por dentro da salinas, encostar a mão e até mesmo provar. A água é quente e muito salgada.


Chegando a Moray, Localiza-se a 74 km da cidade de Cusco, a 3.500 metros acima do nível do mar. 






A área arqueológica destaca-se porque mostra uma série de plataformas circulares que parecem anfiteatros.


 A maior apresenta 12 terraços com uma profundidade de 100 metros.

Para os pesquisadores, os terraços circulares de Moray funcionavam como um centro de pesquisa agrícola, onde cada nível oferecia um ambiente climático diferente e servia para cultivar diferentes plantas de forma experimental.




Os terraços foram construídos sobre muros de contenção cheios de terra fértil. Eram regados por meio de complexos sistemas de irrigação. No fundo dos terraços, existe um sistema de armazenamento de água proveniente das chuvas. Em todo este sistema foram cultivadas com êxito mais de 250 espécies vegetais.
Outros estudos indicam que o lugar foi empregado para a observação astronômica e monitoramento de mudanças climáticas que poderiam apresentar-se, mediante o acompanhamento da luz solar e das sombras que apareciam das altas montanhas nesta área.

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