Uma longa trajetória.

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  Em 1977, comecei a treinar Judô, na Academia Tang Soo Do Center, com os professores Mike, Tetsuo e Tikara, localizada na rua Ramos Ferreira, hoje funciona o Fórum Trabalhista de Manaus, onde sou Servidor Público. O tempo foi passando , uma época onde brigas eram constantes, um dia em uma lanchonete conheci o Aly Almeida, que me fez um convite pra treinar no Olímpico Clube, apesar de não ser bem visto pela maioria dos alunos, aceitei. Lembro o primeiro dia de treino de uma lado COG-CENTRO OLÍMPICO DE GINASTICA, do outro lado a academia de JIU-JITSU, apesar de vim do Judô tudo era novidade, primeiro por ter que encarar algumas feras que ali treinavam, Alfredo Jacauna, Luiz Alberto, Bidida, Gula, Casio Façanha, Paulinho peixe, Nilberto, Galdino e tantos outros. O tempo foi passando , Fiz parte da primeira turma de (PARAQUEDISTAS DO OLÍMPICO CLUBE). O tempo foi passando , fui treinar na academia do professor Luiz Fonseca no Conjunto Débora, uma época difícil, porem a vontade de trein

Uiramutã “local de espera de aves”

Uiramutã  é conhecida não só como cidade indígena como também pelas cachoeiras que compõem sua beleza natural. O acesso é difícil, em grande parte por estrada de terra, mas o destino vale à pena:  um município simples, com ecoturismo e paisagens deslumbrantes.







Fundada em 1995, como desmembramento do município de Normandia, a extremo norte de Roraima.
 A cidade fica na tripla divisa entre Brasil, Guiana e Venezuela, e seu nome significa “local de espera de aves”



Marco dessa divisa é o Monte Caburaí, com 1.456 metros de altitude. 
Uiramutã é um pouco menor, mas ainda assim alta.  São 840 metros de altitude,.
Rodeada por serras, vales e montanhas onde se escondem as cachoeiras que atraem o turismo para a região.

Sete Quedas são os pontos mais populares. A primeira é uma cachoeira pequena, com um grande poço de água esverdeada ideal para banho, e pode ser acessada de carro (7 km pela estrada de terra). 









Já a segunda, mais radical, só pode ser acessada até certa parte da serra, de onde é necessário seguir por uma trilha que leva às quedas sequenciais que enchem uma piscina natural.



















Morro do Cruzeiro, o visual lá de cima é espetacular.  



Dá para ver a cidade de Normandia ainda virgem de habitação, permeada e cercada por imensos lavrados, lagos ao longe e as serras do Planalto das Guianas que emolduram toda a região fronteiriça. 





O cruzeiro nada mais é do que uma imensa cruz de madeira que marca a religiosidade daqueles moradores simples e hospitaleiros de Normandia.







Foi uma grande aventura, muitos amigos, fica o meu agradecimento a  Caburaí Adventure, e a todos integrantes do seu grupo, atentos, prestativos e tentando sempre uma solução para pequenos desafios.

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